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Amigos mortos envenenados

Casos que vem ocorrendo com certa frequencia nos útimos dias na região, chamam a atenção das autoridades sanitárias e provocam discussões sobre a necessidade de maior fiscalização na comercialização de bebidas alcoolicas, especialmente as destiladas de modo caseiro, informal, como a cachaça artesanal.
 
Mortes por envenenamento é apenas uma das consequencias da venda indiscriminadas de bebidas em estabelecimentos e festas, onde jovens de todas as idades, inclusive  crianças, adquirem bebidas e energéticos de péssima qualidade e sem nenhuma garantia de segurança à saúde.
 
A tragédia mais recente ocorreu com a morte de dois amigos de prénomes Marcinho e Edinaldo que morreram após ingerir cachaça armazenada em recepiente sujo de veneno. O fato aconteceu na comunidade de Ipuçaba, zona rural do município de Oliveira dos Brejinhos, região da Chapada Diamantina, pelo menos até o momento, não se tem notícia de investigações sobre o caso.
 
De acordo com informações, a suspeita é de que a pinga estava guardada numa vasilha plástica de defensivos agrícolas que foi reutilizada. Isso é mais comum e mais grave do que se pode imaginar, atingindo diversas cidades da região, fato  que coloca  em risco muitas pessoas.
 
As únicas notícias que se teve, dão conta de que os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal do Complexo Policial de Barreiras para realização de necropsia.
 
 
Venda de bebidas com origem suspeitas em eventos, seguem acontecendo
 
Fato semelhante ocorreu no último dia 12, na localidade de Barreiro do Bom Sucesso, zona rural do município de  Riacho de Santana, já próximo a Bom Jesus da Lapa.
 
Os episódios trágicos, devem servir de alerta, para que as autoridades sanitárias, iniciem uma ampla e intensa fiscalização na fabricação, armazenamento e comercialização de bebidas alcoolicas, energéticos e refrigerantes.
 
Consumo entre as meninas chega a ser assustador
 
Também os Conselhos Tutelares de toda região, devem se mobilizar para a verdadeira onda de consumo de bebidas por jovens menores em eventos públicos que geralmente são comercializadas por  inescrupulosos e ambulantes de vivem de aliciar e oferecer bebidas falsificadas e de péssima qualidade, tendo como principais vítimas os adolescentes de baixa renda.
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