Foi sepultado no final da tarde de hoje (09) em Paramirim sua terra nata, o corpo do empresário e bioquímico Antônio Fernando Magalhães Souza, que há anos residia em Vitória da Conquista, onde desempenhava com méritos suas funções profissionais, alcançando inclusive o sonho de possuir sua própria clínica, A Elo-laboratório, (Antigo laboratório Aliança).

Noronha, como era carinhosamente chamado por todos os seus conterrâneos, sempre foi uma pessoa do bem, tendo colecionado ao longo da vida grandes e sinceras amizades, teve uma educação exemplar, filho da saudosa professora Cilene Louzada, aprendeu desde cedo a servir, tendo uma postura de destaque, seja através da solidariedade, ou do respeito e amor ao próximo.

Além de excelente profissional (bioquímico), Noronha era um amante do ciclismo, atividade pela qual dedicava boa parte do seu tempo. Tendo inclusive participado de diversas competições pelo Brasil, chegando a conquistar diversas premiações no esporte. E como estava traçado no seu destino, partiu fazendo exatamente o que amava, pedalando numa bela manhã de domingo (08/10), vítima de um infarto fulminante, que interrompeu de forma precoce a vida de um grande ser humano. Noronha partiu cedo, não sem antes viver com intensidade a sua vida nesse plano.

O corpo do empresário e bioquímico Antônio Fernando Magalhães Souza (Noronha), deixou a residência, onde viveu a sua meninice e juventude em Paramirim, para a  missa de corpo presente na igreja Matriz, em seguida  encaminhado para o sepultamento no jazigo ao lado dos seus pais. Segundo se apurou junto a amigos próximos da família, Noronha veio a óbito numa estrada do Assentamento Santa Marta, em Vitória da Conquista, quando sentiu-se mal, caindo da bicicleta após sofrer uma parada cardíaca. Antes da chegada do socorro médico, o corpo já estava sem sinais vitais. Foi então encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica para necropsia, em seguida liberado para o velório.

“Não há nenhuma dor que se compare à perda de um ente querido. Não há nada que repare o sofrimento de ver alguém que amamos partir. Para quem fica, resta a saudade, a tristeza e a inconformidade. O tempo não irá apagar a dor e a saudade, mas certamente irá apaziguar e amenizar tamanho sofrimento.

Diante da morte não há nada que possamos fazer a não ser rezar. É preciso rezar por aquele que amamos e que partiu, para que descanse em paz e encontre a luz para continuar crescendo espiritualmente. Mas é preciso rezar também por aqueles que ficam, para que encontrem conforto e consigam enviar pensamentos de paz para quem agora já não está entre nós”. À família nossos sinceros sentimentos.

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