Um fato no mínimo inusitado, chamou a atenção da reportagem do jornal O Eco, que tomou conhecimento da desistência de uma Ação movida pelo Sr. José Anísio Alves da Silva, engenheiro Civil e Empresário no município de Rio do Pires, que após tentativa frustrada de se tornar candidato a Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, decidiu ingressar na justiça, com uma ação que inicialmente objetivava a anulação das eleições sindicais, referente ao pleito de 2017/2021, sob argumento em que a chapa contrária, encabeçada por Otávio Roque da Silva, não cumprira com as regras estatutárias.

O empresário, reclamava que seus opositores não observaram alguns requisitos legais como: Cota da Juventude; Desrespeito a grau de parentesco, dentre outras alegações. Até aí nada de anormal, um direito legal, que alertou os concorrentes a se adequarem ao que determinava o Estatuto. As acusações seguintes, de tão estranhas e recheadas de viés políticos, despertaram a curiosidade da imprensa regional, que conhece e acompanha a história de lutas do referido Sindicato. O Reclamante, fez constar na ação, suposições de que o sindicato estava recebendo valores ínfimos de filiados para quitar débitos antigos, de modo a habilitá-los para votação no pleito em questão.

Percebendo que o grupo concorrente havia corrigido eventuais equívocos, constatando o reclamante a impossibilidade de concorrer por estar na condição de ilegitimidade, por ser um empresário e engenheiro civil, sentindo-se desacreditado no seu intuito, o Sr. José Anísio insistiu pela via judicial, tentando uma revanche. Seus atos, notadamente politiqueiros, culminaram com a sequência do Inquérito, que colocava em cheque a idoneidade não somente da eleição em epígrafe, como também a atuação do Sindicato dos Trabalhadores, entidade que é exemplo para a região, por ter sido uma das pioneiras na edificação e manutenção de um hospital, que hoje beneficia não apenas os agricultores como toda a população do município.

Após audiência que ocorreu em 21/08/2017, ato que, como de praxe, tinha objetivo de tentar conciliação das partes, o Engenheiro, demonstrando claro desejo de vingança e rancor, não apresentou proposta de acordo, sendo então designada uma nova audiência de instrução para a data de hoje (07/02/2018). Desde que deixou o encontro inicial com os representantes da justiça, o reclamante e pessoas ligadas à ele, buscaram confundir a população local, com áudios e postagens, nos quais constam declarações de supostas decisões e até iminentes prisões foram propagadas nas redes sociais, causando confusão na sociedade riopirense.

O fato ganhou notoriedade quando tentaram atrelar pessoas de bem, ex-presidentes, colaboradores e até o nome do atual prefeito de Rio do Pires, como beneficiário das ações desenvolvidas pelo Sindicato. Pôde-se perceber não somente as consequências da irresponsabilidade de quem divulga ou permite divulgar notícias falsas (FAKE NEWS), como também a importância da ação rápida e eficaz da justiça, que derrubou por terra tais pretensões.

Ao final da audiência de hoje (07/02/2018), ficou evidente a farsa do acusador, que, apesar de ser filiado ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio do Pires, não se enquadra como rurícola, eis que, meio a procedimento de sindicância, descobriu-se que o mesmo é engenheiro civil, ou seja, categoria totalmente diferente da classe. Essa quebra de perfil, inclusive foi tese da defesa do Sindicato, quando apresentou como preliminar, a ilegitimidade ativa do filiado em propor a ação. Também ficou definitivamente comprovada a ausência de provas tendo o magistrado, antes de iniciar com a consulta dos autos, verificado que existia ali uma demanda temerária, onde um filiado nada pertencente a categoria tentava interferência na organização sindical.

Ocorreu então a desistência em definitivo da ação proposta pelo Sr. José Anísio Alves da Silva, quando o mesmo ouviu do Juiz, que a ao acionar a justiça de forma irresponsável, sem a requerida legitimidade para tal. Fazendo refletir face a contradição de um engenheiro civil tentar interferir na organização do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. O magistrado responsável por julgar o caso, propôs então, que o acusador desistisse da ação, sob a condição de que se o processo fosse adiante e julgado improcedente, a justiça condenaria José Anísio Alves a arcar com as custas e honorários sucumbenciais. Ocasião em que, de pronto, houve a Desistência da Ação e o consequentemente arquivamento dos autos.

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