

Surpreendeu a todos os internautas, usuários das redes sociais, filhos de Paramirim, que navegam pelo face, quando no dia 27/10/14, um perfil supostamente de uma mulher, que se intitula Sheila Novais, passou a atacar de forma covarde e desrespeitosa, os moradores e a cidade de Paramirim.
Diversas pessoas indignadas rebatiam os posts ofensivos, ao tempo em que a criatura, que pelo perfil, demonstra poucos conhecimentos e intelectualidade, ignorando inclusive os crimes que praticou, seguia atirando flechas inflamadas para todos os lados. Sempre focada no intuito de chamar a atenção e denegrir o município de Paramirim. Todas as espécies de ataques racistas aos paramirinhenses demonstravam que ela ou ele, caso seja um FAKE, desejava destilar o seu ódio, sua amargura, decepções contra a cidade e seus moradores, pela vitória da presidente Dilma no município.
Notamos que seria possível atrair a sua atenção, postando algo em defesa desta terra e dos seus filhos. Foi então que o perfil iniciou posts na nossa caixa de mensagem (Inbox). Buscávamos mantê-la online, enquanto contatávamos amigos policiais em São Paulo, bem como, alguns especialistas em Internet e redes sociais, no intuito de conseguirmos sua localização.

Quando finalmente informamos ao autor do perfil intitulado Sheila Novais, que tomaríamos providências para identificá-la, a mesma promoveu mais uma série de agressões vulgares e desapareceu das redes sociais.
A hostilidade da figura, é desmedidamente ridícula, se for real, parece ser de origem humilde, havendo inclusive notícias de que a mesma, teria parentes em Paramirim. Ela busca se exaltar e elevar sua condição de moradora do sudeste, seguindo o pensamento da estudante de São Paulo, Mayara Petruso, que foi condenada pela justiça ao sugerir ‘matar um nordestino afogado’ quando do resultado das eleições presidenciais de 2010. Sua condenação foi proferida em fevereiro a pena de 1 ano, 15 meses e 1 dia de prisão foi convertida em prestação de serviço comunitário e pagamento de multa pelo crime de racismo.
Amigos e colaboradores do Jornal O Eco, enviaram fotos e partes de diálogos, para que fossem publicados, no intuito de tentarmos identificar a pessoa, caso seja real. Se eventualmente, a pessoa das fotos, não for a autora dos crimes virtuais, poderá se manifestar, para que sejam esclarecidos os ataques e configurado também o crime de falsidade ideológica.

Este episódio inusitado e perverso, serviu para demonstrar o amor, determinação e coragem dos filhos da terra em defender o seu torrão, dos ataques vazios e preconceituosos de uma pessoa pobre de espírito e IGNORANTE ao extremo, ao ponto de em suas agressões, ferir a língua portuguesa em seus posts, demonstrando que, possivelmente, não possui o ensino fundamental.
Caso alguém identifique a pessoa das fotos, ou a própria tome conhecimento, estamos abertos aos esclarecimentos que forem necessários. Uma vez que, estas foram as fotos encontradas no perfil, ao tempo em que solicitamos às autoridades que se manifestem nesse sentido. Afinal, já existem Leis específicas que punem os crimes virtuais.

Parabéns aos paramirinhenses por defenderem com tamanha garra essa terra amada e acolhedora, que é destaque regional, na Bahia e no Brasil, pelo seu povo ordeiro, suas belezas naturais, pelo progresso e qualidade de vida de todos que nela habitam
*Todas as imagens foram reproduzidas do Facebook
