Um fenômeno que está acima do alcance, ou do poder dos homens, a seca que já castiga sem pena o nordeste brasileiro, especialmente o nosso vale do Paramirim, Serra Geral e Chapada, aliada à crise que é visível nas cidades da região, infelizmente é motivo mais do que justo, para que os gestores cancelem as festas juninas, que diante das atuais circunctâncias, podem esperar para o ano que vem.
Vivemos momentos tristes, pois o mês de junho em todo o sertão, é conhecido em todo o Brasil, pela alegria, pela fartura, pelas brincadeiras juninas ao redor da fogueira. Porém, não se pode sacrificar atividades emergenciais como o combate a seca, o auxílio às famílias, para se realizar as festas. As previsões são de grande estiagem, talvez a amior dos últimos 30 anos.
Alguns poderão até criticar, caso os prefeitos optarem pela não realização dos festejos que envolvem grandes somas em dinehiro, mas, a maioira irá entender e até apoia-los pela coragem em se preocuparem com a atual situação. Os mesmos que porventura criticarem a realização das festas de junho, serão os que criticaram caso elas não sejam realizdas. São insensíveis e até políticos de oposição, que, sem propostas convincentes, irão utilizarem-se da seca e da atual crise financeira, para atribuir a culpa ao gestores.
Caberá a cada gestor, conhecedor da real situação e necessidades dos seus municípios, decidir com firmeza e convicção de que estará fazendo o que é correto, o que será melhor para o seu povo sofrido do sertão.
Quanto aos festejos, existiram outras datas como o Natal, a virada de Ano Novo, enfim, festa se faz, quando a comunidade está alegre, quando existe motivos de sobra para comemorar.
