Em nota, o instituto de pesquisa Plataforma 4 Comunicação e Marketing/ Jornal O Eco, rebate criticas formuladas através da internet, por  políticos que não tiveram a coragem de se identificar e  atacam sem nenhum conhecimento, tentando desacreditar uma das mais respeitadas empresas da região e da Bahia, que inclusive, com raras exceções, é a campeã em acertos nos prognósticos já realizados em  diversos municípios ao longo dos anos de atuação.

Veja íntegra da nota.

 

"Paramirim, 21 de Dezembro de 20015

"Com relação à divulgação dos resultados das pesquisas Plataforma 4/Jornal O Eco, cujos dados foram expostos na edição especial de dezembro/2015, tendo o Instituto entrevistado um percentual de pessoas previstos em amostragem, em cada município pesquisado, com Margem de Erro =  5%, temos a esclarecer, que as críticas dos que se sentem  incomodados, não encontram respaldo legal, muito menos junto à opinião pública, que conhece e confia no trabalho ético e responsabilidade comprovada.

Todas as críticas são improcedentes.

1. O Instituto segue à risca os critérios sugeridos pelos órgãos fiscalizadores,  colhendo informações de cada município, para a elaboração da amostragem, dados do último Censo  do IBGE, bem como as informações contidas no banco de dados do TRE em conjunto com as demais variáveis amostrais  por município, conforme requerido em Lei.

2. A Plataforma 4 Comunicação/Jornal O Eco, é uma empresa  do ramo de comunicação com habilitação em pesquisa de mercado e opinião há  20 anos no mercado, realizando  pesquisas a nível regional e estadual.

3. Quanto à tentativa de desacreditar a idoneidade do Instituto, que coleciona inúmeros acertos na sua invejável trajetória, sendo hoje referência nessa área, encaramos com naturalidade, uma vez que apenas aqueles que se destacam, são vítimas de ataques, típicos de quem não consegue a aceitação popular e ao invés de trabalhar para conquistar a confiança do eleitor, perde o tempo, formulando críticas infundadas contra empresas, que inclusive, no pleito passado acertou todas as pesquisas realizadas nos municípios citados, tendo sofrido o mesmo tipo de difamação por parte dos "incomodados".  

 

4. Temos consciência de que, o trabalho da imprensa, aliado à realização de pesquisas para informar a população, sempre incomoda políticos, homens públicos que porventura, não estejam em condição favorável na opinião do entrevistado. Também é do conhecimento de todos, que  o trabalho de pesquisa, quando realizado por Instituto renomado, provoca  reboliço. Elogios pela maioria e ataques oriundos dos que se acham prejudicados com os números apresentados nos resultados. Deveriam tais políticos agressores, buscarem reverter suas situações, atuando melhor, revendo possíveis erros de estratégia ou ação, ao invés de tentar combater a pesquisa que o alertou sobre a sua real condição no momento. Afinal, todos concordam que levantamentos estatísticos, auferem a intenção de voto, a tendência do eleitorado no dia da realização da coleta de dados. Se pesquisa de intenção de voto, representasse resultado de eleição, não haveria necessidade do pleito eleitoral. Pois é óbvio que somente o resultado das urnas confirmam a decisão popular, essa decisão, pode ou não ser modificada até o momento da eleição ".

Samuel Rodrigues de Lima – Diretor