
Iniciativas independentes de jornalistas, profissionais de outras diversas áreas, pessoas do povo, jovens das periferias ganham relevância por denúncias às violações de direitos e tornam-se elementos fundamentais na transformação da comunicação em redes sociais, especialmente no que diz respeito à defesa dos direitos humanos em cidades, bairros, regiões e até territórios nas capitais.
Vemos todos os dias, histórias verídicas, de atuação decisiva, atitudes corajosas, casos que ganharam notoriedade em um cenário no qual, milhares de pessoas, jornalistas, cidadãos e a forte atuação dos jovens, são protagonistas no dia a dia, ao se utilizarem das novas tecnologias de comunicação (redes sociais), para publicarem notícias informarem situações, denunciarem violações de direitos e divulgarem a cultura de cada bairro, cidade e região pela internet.

Mais que os olhares atentos sobre os fatos que acontecem e são tornados públicos quase que instantaneamente, dentre os quais, a violência, abusos de poder e violação de direitos nos locais onde moram, há um crescimento evidente de internautas conscientes, que, fazem das redes sócias o meio de comunicação com maior poder de propagação, superando inclusive os antigos blogs, sites e portais.
Pode até parecer hilário, mas, a verdade é que, respeitando a credibilidade dos veículos de comunicação mantenedores de portais de notícias, que informam com competência, as redes sociais, especialmente o FACEBOOK, WHATSAPP e o TWITTER, estão eliminando o espaço de Blogs amadores, sem muito conteúdo. Essas Redes, hoje se sobressaem. Com exceção do INSTAGRAM, aplicativo, cuja comunidade, é tida pela maioria da população brasileira como elitista, pelo simples fato de se propor como alternativa de autopromoção.
Profissionais da mídia, jornalistas antenados com a evolução constante e a democratização da informação através da tecnologia, já aderiram a tendência, criando páginas fortes, com público fiel, que visitam e se informam, tendo ainda a liberdade de também se utilizarem desses espaços criados pelos profissionais, para postarem suas opiniões, críticas e denuncias.

Conforme mencionado, as redes oferecem praticidade e interação nunca antes vista, apenas uma norma, ainda não agrada internautas usuários, trata-se do limite de amigos que hoje é de 5.000, porém, algumas opções podem solucionar tais restrições. O Grupo Eco de Comunicação, por exemplo, possui cerca de cinco canais no FACEBOOK, sendo: dois perfis que abrigam os amigos dos diversos cantos do Brasil, além de páginas e grupos comohttps://www.facebook.com/samuellima.rodrigues; https://www.facebook.com/oecojornall?ref=hl; https://www.facebook.com/pages/Oecojornal/207683096063608?ref=hl; https://www.facebook.com/groups/oeconarede/; https://www.facebook.com/tvoeco?fref=ts; nos quais, além de interagirmos com o público sobre diversos temas do cotidiano, postamos diariamente as principais notícias do dia.
O que todas essas iniciativas têm em comum? Uma enorme capacidade de reinvenção de modelos de organização e atuação jornalística, cidadã e política. Dos coletivos às cooperativas, da inexistência jurídica à formalidade, da articulação em grupo à atuação individual, profissionais da área, a juventude e todos internautas enxergam na produção de conteúdo nas redes uma alternativa para influenciar também nos destinos e até na política de seus municípios. As redes nos fazem conhecer ideais participativos e de cidadania em sua essência.

A participação maciça da juventude, nos mostra também a necessidade de disputar uma agenda de valores para além da inclusão, valorizando a diversidade, o ambiente e reconheça as necessidades da população.
O poder das redes sociais, tornou-se tão forte, que não aceita hegemonias, dominações ou monopólios. É colaborativo e sem lideranças ou entidades centralizadoras. Sua riqueza é sua pluralidade “Só temos que ouvir, respeitar e aperfeiçoar nossas ações, principalmente no urgente tema da segurança pública e direitos do cidadão, melhorando sua relação com a mídia”.

Nós do Grupo Eco de Comunicação, acreditamos que é necessário o reconhecimento, a valorização e o fomento à mídia livre, desde que responsável e consciente dos efeitos positivos ou negativos daquilo que se divulga nas postagens, principalmente no que tange às normas e Leis que regem essas atividades, preservando uma parcela crescente que é o público juvenil.
É preciso olhar atentamente às potencialidades de transformação que essa rede autônoma de comunicadores nos apresenta. Devemos observar a capacidade que possuem de nos mostrar um Brasil desconhecido e profundo, que passa longe do horário nobre da televisão e dos preconceitos e estigmas de suas telenovelas. O interior, o sertão, as cidades do nordeste, são mais do que a pobreza, o campo é mais do que o atraso. No comando de toda essa transformação social, estão os jovens que querem mudar suas trajetórias e estão na direção certa: um outro Brasil é possível.
* VEM AÍ O ECO NA REDE TAMBÉM NO WhatsApp, esperamos que essa idéia agrade e faça com que qualquer leitor, possa ser também repórter, assim como já acontece com O GRUPO O ECO NA REDE no FACEBOOK.
