Hoje, 16 de julho, quando a nossa micro-região comemora os festejos de Nossa Senhora do Morro do Fogo, comunidade base do Vale do Paramirim, a data nos traz um novo marco: A morte de Mané de Biaca, um camponês paramirimhense digno, tralhador, inteligente, sensível às causas humanas, defensor dos que vivem no campo, sem ambição, amigo, alegre, comprometido com a causa pública com a defesa política digna.

Por tudo isso, um verdadeiro cidadão que deixa um marco de exemplos na história, não só da nossa terra, como nas multiplicações que atingem todos os cantos.

É bom salientar que os calos das mãos trouxeram-lhe todos os ensinamentos, sem jamais ter tido o assento escolar, trilha que às vezes muitos viveram e não exercitam as marcas Biaquianas.
Nossos agradecimentos e eterna gratidão, Mané de Biaca, que passa a engrandecer a Casa Divina.

Por: Gilberto Martins Brito