Célio Evangelista derrota reportagem caluniosa do Terra na justiça e reforça importância da responsabilidade jornalística.
A Justiça da Comarca de Livramento de Nossa Senhora, confirmou nesta semana, a total inocência do prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, após a veiculação de uma matéria considerada falsa, caluniosa e sem qualquer base legal publicada pelo portal Terra. A decisão determina que o veículo remova a publicação, divulgue o direito de resposta com o mesmo destaque e pague indenização de R$ 15 mil ao gestor municipal pelos danos gerados à sua honra e dignidade.
A sentença, baseada no processo que analisou a reportagem divulgada nacionalmente pelo Terra, relatou que o texto publicado extrapolou todos os limites do jornalismo responsável, acusando o prefeito de acobertar fugitivos sem qualquer comprovação e sem sequer ter sido citado pela polícia durante as investigações. A Justiça classificou o conteúdo como totalmente inverídico, reafirmando que a liberdade de imprensa, apesar de fundamental, não é absoluta e não permite acusações desprovidas de provas contra pessoas públicas ou privadas.
O Jornal O Eco, veículo regional, teve papel decisivo neste episódio. Foi o primeiro jornal da região a contestar publicamente as inverdades e calúnias divulgadas pelo Terra, chamando atenção para o teor especulativo e para a falta de apuração adequada da matéria, que agora é oficialmente rechaçada pela Justiça e pela própria polícia.
Na época da publicação caluniosa, Célio Evangelista já havia denunciado a irresponsabilidade da reportagem na polícia. Em entrevista ao Jornal O Eco, o gestor afirmou: “É lamentável que uma matéria com esse nível de acusação seja publicada nacionalmente sem qualquer base legal ou factual. Jamais fui procurado pela jornalista ou por qualquer representante do portal para apresentar minha versão dos fatos”.
Hoje, após a decisão judicial, o prefeito se mostra aliviado e ainda mais confiante na atuação das instituições. Ele reafirma que, embora a liberdade de imprensa seja um dos pilares da democracia, o caso expôs a importância da responsabilidade no exercício do jornalismo investigativo, seja na mídia impressa ou na internet: “Preservar fontes é um direito, mas apresentar provas é um dever quando se acusa alguém publicamente como foi o caso do portal Terra Network, que irresponsavelmente acusou e não provou nada do que publicou contra uma autoridade eleita”. Célio completa: “A verdade prevaleceu, sendo punidos os que agiram com má-fé. Foram responsabilizados, o que serve de exemplo para a região e para o Brasil”.
A vitória judicial do prefeito marca não apenas o reconhecimento de sua inocência, mas também uma advertência contundente sobre os limites éticos e legais da imprensa. A decisão reforça que calúnias travestidas de jornalismo não encontram respaldo na Justiça, que deve atuar sempre em defesa da verdade, da honra e da dignidade das pessoas.
VEJA CÓPIA DA SENTENÇA:
