O atual vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB), resolveu declarar publicamente a sua candidatura a prefeitura de Salvador, colocando fogo na disputa que andava mioe morna. Apesar das oposições contarem com nomes considerados "FORTES" com ACM Neto, as coisas caminhavam para um favoritismo de Pelegrino, pré-candidato do PT.
Com o anúncio de Geddel, que disse ter a autorização da Presidenta Dilma Russef, anaunciando uma ampla aliança com líderes como o exsenador e presidente do PR César Borges, Aleluia e ACM Neto do DEM, Antônio Imbassay e Jutay Junior comandantes do PSDB, Geddel dissse que conta ainda com apoio total do seu partido e que possue indicadores favoráveis ao seu nome para as eleições deste ano. Após assumir que é possível não acontecer a união total dos opositores ao governo estadual, Geddel conversou com alguns de seus amigos e disse que um eventual apoio do Democratas ao seu nome seria “improvável”. Com a Notícia da sua pré-candidatura, o peemedebista resolveu tirar as "férias" dos jornalistas políticos ao movimentar a cena de sucessão a João Henrique.
Apesar de discordâncias, os opositores tentam acordos, há alguns dias, o vice-presidente da Caixa Econômica Federal e o deputado federal ACM Neto (DEM) se reuniram em Brasília para discutir o cenário da sucessão municipal na capital baiana e a possível união para enfrentar o candidato da base governista. Segundo informações, entretanto, o encontro não foi frutífero. O peemedebista teria iniciado a conversa com um "sinceramente eu não posso lhe apoiar" e a "sinceridade" não agradou Neto, que teria retrucado. "Você vem discutir unidade e já começa me vetando? Aí não dá". Porém, existem pessoas próximas dos dois políticos, que afirmam a convicção de ambos de uma união para o fortalecimento e uma possível vitória nas urnas.
