A representante do Ministério Público de Palmas de Monte Alto, sudoeste da Bahia, vai instaurar um inquérito para apurar a denuncia contra a professora e estudante de direito Mônica dos Santos Souza, (Mônica de Bel), acusada de fazer sexo oral com um menor de 13 anos, no último dia 29 de janeiro. Segundo apurou o portal, a promotora Tatyane Castro, já teria ouvido o menor J.I. N e seu pai.

O sexo oral foi filmado pelo menor supostamente autorizado pela professora, que fala na gravação para ele não mostrar para ninguém. Segundo amigos do garoto, a filmagem teria sido feita na residência do menor.
De acordo com o artigo 217 do Código Penal Brasileiro, o crime de estupro de vulnerável como o ato de pedofilia caracterizado pela relação sexual ou ato libidinoso com menor de 14 anos.
O vídeo com duração de 7m31s é interrompido somente quando ele pede para o ato sexual ser consumado, depois não tem como afirmar se aconteceu a conjunção carnal.
ENTENDA COMO ACONTECEU ESSE FATO:
Professora e estudante de direito de Palmas de Monte Alto é filmada fazendo sexo oral com menor de 13 anos
Uma professora de Educação Física e estudante de direito de 30 anos, identificada apenas como Mônica dos Santos Souza,(Mônica de Bel), residente no município de palmas de Monte Alto, no sudoeste da Bahia, foi flagrada em um vídeo fazendo sexo com aluno de 13 anos, identificado por (I). Segundo informações colhidas pelo portal junto à família, a filmagem com duração de sete minutos e trinta e um segundos , fazendo sexo oral foi feita pelo próprio aluno, sendo interrompida apenas quando o mesmo pede para fazer a penetração.
O portal Folha do Vale entrou em contato com o secretario de Educação Zuberto, que informou que apesar de ser professora, Mônica trabalhava na secretaria de Agricultura do município e não estava em sala de aula. “O secretário de Agricultura Edilson, informou que depois do fato a mesma não foi mais trabalhar e sumiu da cidade. Mônica seria promovida para coordenadora agora em fevereiro”, informou o secretário.
Colegas do aluno contaram ao portal, que o garoto disse que o fato aconteceu fora da secretária, mas em um local que eles não quiseram revelar. Questionado se o fato teria acontecido em uma sala de aula,os meninos disseram que não.Tentamos várias vezes falar com Mônica pelo telefone, mas o mesmo só dava caixa postal.
De acordo com o secretário de Educação, o gestor tomou conhecimento da situação, mas até o momento não tem uma denúncia formal na secretaria. “Quando recebemos a denúncia iremos tomar as medidas cabíveis”,concluiu Zuberto.
Folha do Vale
