O jornalista tem como missão, levar ao conhecimento público os fatos e acontecimentos de forma a esclarecer a sociedade sobre sua natureza, os motivos pelos quais eles estão acontecendo e as conseqüências que eles trazem para o nosso cotidiano. 

Ao longo de toda a nossa vida profissional, que em dezembro de 2015 completa 20 anos de trabalho jornalístico destemido, ético, corajoso, temos encarado diversas perseguições. Pela postura íntegra e imparcial, sem medo nem peias, exercendo o jornalismo como missão em defesa da sociedade regional. Participando também, ativamente dos pleitos eleitorais, divulgando matérias, resultados de pesquisas devidamente realizadas dentro dos mais rigorosos padrões estatísticos, obedecendo piamente o que manda a Lei, temos sofrido diversas ameaças, pressões, chantagens e tentativas de desconstrução da nossa imagem profissional.

Ao longo dessa jornada espinhosa, porém, vencedora, respondemos a diversas ações judiciais, processos movidos pelos incomodados com o potencial e credibilidade do nosso trabalho. Graças à competência da assessoria jurídica e principalmente à conduta ética e transparente, vencemos todos estes embates, provando para a sociedade nossa lisura e a cada ano, ganhando mais credibilidade junto a opinião pública nos mais de 40 municípios que atuamos.

Mais uma vez, mesmo ainda distante do pleito eleitoral, preocupados com o potencial dos nossos veículos de comunicação, políticos movidos pelo temor, pela  inveja, a ira e especialmente pelo desejo de vingança, já se mobilizam na tentativa de nos retirar do caminho.

Essas manobras meramente politiqueiras, já se mostram evidentes agora, quando certo advogado, inicia “Certamente a mando de alguns”, investigações e análises de como poderá desconstruir a nossa imagem, visando calar a imprensa, fazer cessar a voz que brada alto no sertão, a voz do Jornal O Eco.

Apenas para registro, temos a informar a tal causídico, incumbido na missão de nos prejudicar, que toda a trajetória sofrida de 20 anos do Jornal O Eco, foi pautada na ética, trabalho e muito talento. Não somos heróis, apenas seres humanos que desejam seguir servindo a nossa região através de um jornalismo verdadeiro. Não tememos desafios, calúnias, chantagens. Não tememos pressões. Afinal, quem já encarou garimpeiros armados defendendo nossos rios e meio ambiente, quem já encarou poderosos empresários na defesa dos nossos direitos, quem já venceu diversos obstáculos para fazer valer a verdade, a liberdade de expressão e de imprensa, não teme mais uma tentativa de silenciamento, para que políticos inescrupulosos, possam livremente, praticar conchavos e tenham o caminho aberto para tapear, mentir e manipular o povo.

 Querem tentar, de todas as formas, nos impedir de dizer o que pensamos.  Tentativas de censura semelhante tem ocorrido em outros tempos. Quando não conseguem através da concorrência, tentam induzir a justiça, no sentido de nos incriminar. Até o presente momento, as diversas tentativas foram frustradas, deram com os burros n’água! Caso consigam atingir os seus objetivos de vingança,  maldade e perseguição, afinal já fomos até ameaçados de morte, temos a certeza de que outros  jornalistas virão, com o mesmo propósito de exercer a missão em defesa da honra, da dignidade e dos direitos do cidadão.

"Um bem precioso: a informação. Em qualquer país, rico, pobre, democrático ou não, o jornalista tem esta tarefa. De importância impar para criar influencia no metabolismo social. Formadores de opiniões em sua vida profissional a atividade do jornalista produz interpretação da realidade, vontade, indução de intenções, valores e comportamento.

É o jornalista que em cada sociedade ajuda a produzir cultura, construir movimentos coletivos. Muitas vezes a palavra de um jornalista legitima relações de poder estabelecidas. Portanto, a missão do jornalista é de relevante função social".