Longo tempo de espera, superlotação e reclamações vindas de todos os lados, tem contribuído para a instauração de um clima tenso no Hospital Magalhães Neto, em Brumado, e com isso, médico e paciente se exaltaram. Vinícius de Oliveira Porto, chegou ao HMN, com inflamação na unha, no final da tarde do domingo (16), e saiu à noite, sem ser atendido. Retornou na manhã da segunda-feira (17), já com a ficha de atendimento nas mãos, e como demorou a ser atendido, gritou em ‘alto e bom som’, para que todos ouvissem seu aborrecimento. O médico plantonista, Erickson Cambuí Dias, sentindo-se ameaçado, chamou a polícia, e ambos foram parar na 20ª Coorpin. Para justificar a sua atitude e a situação caótica daquele centro de saúde, o médico, justificou a atual situação no atendimento: “São 333 pacientes por dia, para apenas 2 médicos. É humanamente impossível. Há fichas de 9 da manhã, que só vamos atender as 15 horas”, desabafou.