
Um casal de policiais militares, o filho de 12 anos e mais dois parentes foram achados mortos nesta segunda-feira (5) na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo. As vítimas tinham marcas de tiros e a policia suspeita de crime de execução, mas ainda não descarta outras hipóteses.
Segundo as primeiras informações, as outras duas pessoas mortas seriam a mãe e uma prima do PM. A rua onde o crime aconteceu está interditada para trabalho da perícia. A Secretaria da Segurança Pública informou o nome de três vítimas: o sargento da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luis Marcelo Pesseghini, a mulher dele e cabo da PM, Andrea Regina Bovo Pesseghini, e o filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini.
De acordo com a Folha Online, todas sa vítimas foram baleadas na cabeça. O sargento da Rota foi encontrado deitado na cama. A esposa dele estava ao lado, de joelhos, em uma posição como se estivesse dominada. O filho estava próximo ao casal, com a arma sob o abdômen. A pistola encontrada no local, uma .40, é a mesma usada pela PM.
As outras duas vítimas estavam em outro quarto, embaixo de cobertores – a suspeita é que tenham sido mortas enquanto dormiam. Todos os corpos já estavam com rigidez cadavérica quando foram encontrados, o que significa que as vítimas estavam mortas há algum tempo.
Na casa não havia sinal de troca de tiros.
A polícia ainda investiga o que pode ter motivado o crime. Nenhum suspeito foi preso até o momento. Mais de 200 policiais estão no local, incluindo alguns da cúpula da segurança da cidade.
Hoje pela manhã, surgiu uma notícia ainda não confirmada, de que a polícia trabalha também com a possibilidade de que o próprio filho do casal tenha praticado todos os crimes e depois ter se suicidado. Uma vez que a arma do crime foi encontrada no seu peito e pode ser a mesma utilizada pelo pai em seu trabalho na ROTA. Essa notícia porém, provoca diversas dúvidas e até certa revolta de familiares e policiais que ainda não acreditam nessa possibilidade
