Com a reunião, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, pretende ouvir dos dirigentes partidários os pleitos para ampliar a representatividade da região. Segundo o presidente do partido na Bahia e coordenador do fórum, Jonas Paulo, além de ministérios, entram na pauta cargos em órgãos vitais para o Nordeste, como a Chesf, Codevasf, BNB, Sudene, Dnocs e Valec.
Nesta quinta,15, o tom dos discursos na tribuna da Câmara e do Senado era no sentido de que a presidente deve fazer uma recomposição no seu governo, de modo a contemplar o PT da Bahia e do Nordeste, que, além de Wagner, tem no governador de Sergipe, Marcelo Déda, um importante quadro partidário.
O deputado petista Zezéu Ribeiro, que reassumiu esta semana o mandato, após deixar a Secretaria Estadual de Planejamento para Sérgio Gabrielli, lamentou que a Bahia, pela sua importância na política nacional, saia perdendo na “partilha de poder”. “Acho que o Nordeste fica prejudicado e o governo deve fazer um esforço para recompensar com políticas de desenvolvimento regional”.
Respeito e equilíbrio – A senadora Lídice da Mata (PSB), também da base de Wagner, cobra uma posição de Dilma. “A presidente precisa demonstrar o respeito e a consideração que a Bahia tem com ela. É preciso, sim, que a Bahia e o Nordeste estejam representados no Ministério”, pontuou a senadora.
