Além de todo o desgaste politico, perda de liderança e visível declínio da atual administração de Ibitiara. Mais uma notícia veio para desnortear ainda mais o prefeito Beto, que após a sua reeleição se achava a mais forte liderança de Ibitiara. Hoje, amargando a impopularidade, enfrentando cobranças e diversas baixas no seu grupo político, o gestor terá que rebolar para modificar a decisão do TCM que rejeitou suas contas, ou partir para a difícil missão de convencer os vereadores (maioria de oposição), a aprovarem as contas.

De acordo com o TCM, as contas de 2016 da prefeitura de Ibitiara, na Chapada Diamantina, foram rejeitadas, principalmente por ter o prefeito desprezado o legislativo municipal na suplementação de créditos. De responsabilidade do prefeito reeleito José Roberto Oliveira, (Beto do PT), as contas relativas ao exercício do ano passado, foram rejeitadas por conta do gestor ter aberto créditos suplementares sem prévia autorização legislativa, além de investir na área da educação um percentual inferior a 25%.

Foram aplicados apenas 22,87% dos recursos disponíveis na manutenção e desenvolvimento do ensino municipal, contrariando norma constitucional. De acordo com informações do TCM, o relator do parecer, conselheiro Raimundo Moreira, multou o gestor petista em R$10 mil pelas irregularidades apuradas durante a análise das contas.

Também foi determinado que o prefeito faça o ressarcimento aos cofres municipais da quantia de R$668.728,70, com recursos pessoais, em função da não apresentação de diversos processos de pagamentos. Ainda cabe recurso da decisão do TCM.

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